À FALTA DE INSPIRAÇÃO MAIOR E COMO HÁ CONTRATOS A CUMPRIR

VEM ESTE VOSSO TRUÃO DIRIGIR-SE-VOS COM A MAIOR DAS HUMILDADES PEDINDO DESCULPA POR NÃO TER ABSOLUTAMENTE NADA A DIZER. Mas como o contrato com o tal CJT me obriga a que despeje para aqui um post sabatino, cá venho marcar o ponto.

“Vê lá, ó Bobo, se apareces, pá. Tu és necessário ao sucesso do blog. Olha: passas a administrador do blog, dividimos o dinheiro a meias. Que tal?” Ora… ele disse DINHEIRO?

Bom… eu sei o que ele quer. E também sei que não há dinheiro. Mas tudo bem. Nasci para divertir Vossas Senhorias e não ficaria bem a um truão que se preze fugir aos seus deveres - e habituado a ser explorado ando eu. É claro que ele nunca irá confessar que sem mim o blog nunca há-de ser nada. Mas é bom rapaz, eu ajudo-o.

Mas. como digo, nada tenho a dizer de importante. Por isso, simplesmente exponho a importação do blog que lá tinha na outra banda e que fica por aqui, pela categoria Dom Bibas.

Um salamaleque daqueles que Vossas Senhorias gostam [ a ver a barriga da perna à Senhora e a passar o chapéu no bigode do Senhor ] e um bom fim de semana, deseja-Vos o Vosso mui dedicado Truão.

[ Dom Bibas ]

A miséria, porém, criou-lhe uma indústria: Dom Bibas começou a sentir em si as inspirações de trovista e os garbos de folião: pouco a pouco a sua presença tornou-se tão desejada nas tabernas do burgo, como as cubas de boa cerveja, então bebida trivial, ou antes tão agradável como os eflúvios do vinho, que naquela época ainda escasseava algum tanto nas taças dos peões.
[...]
Havia votos que tal bobo se não procurasse. Fundavam-se os que seguiam esta opinião em que nem nas leis civis de Portugal, Coimbra e Galiza (o livro dos juízes), nem nos degredos do Padre-Santo, nem nos costumes tradicionais dos filhos dos bem-nascidos, ou fidalgos de Portugal, havia vestígios ou memória deste ofício palatino. Venceu, porém, o progresso: os bispos e uma grande parte dos senhores, que eram franceses, defenderam as instituições pátrias, e a alegre truanice daquela nação triunfou, enfim, da triste gravidade portuguesa na corte de D. Henrique, bem como o breviário galo-romano triunfara poucos anos antes do breviário gótico perante D. Afonso VI.
Foi então que Dom Bibas se viu elevado, sem protecções nem empenhos, a uma situação, a que nos seus mais ambiciosos e agradáveis sonhos de felicidade nunca tinha imaginado trepar. O próprio mérito e glória lhe puseram nas mãos a palheta do seu antecessor, a gorra asiniauricular, o gibão de mil cores e o saio orlado de guizos. De um para outro dia o homem ilustre pôde olhar senhoril e estender a mão protectora para aqueles mesmos que na véspera o apupavam. Diga-se, porém, a verdade em honra de Dom Bibas: até o tempo em que sucederam os acontecimentos extraordinários que começamos a narrar, ele foi sempre generoso, nem nos consta abusasse jamais do seu valimento e da sua importância política em dano dos pequenos e humildes.

[ in O Bobo de Alexandre Herculano ]

O QUE SOU EU - BRINCADEIRAS COM O BLOGTHINGS 002


Your Blogging Type Is Clever and Witty


Of all blogging types, you’re the best with words.Almost every blog post you write has legendary quality.

You have a perverse sense of humor and often play devil’s advocate.

Impatient and picky, you tend to go off on funny rants from time to time.

Bom… alguém tinha que dizer bem de mim,

nem que seja um programa informático completamente cego

e que nuca leu nada do que eu escrevo.

Ou será essa a única maneira?

OS NOVOS SUICIDÁRIOS

[ in Diário de Notícias

O enforcamento perfeito está descrito na Internet. O melhor caminho para a overdose ou o veneno ideal para uma morte rápida também. Sem regulação nem controlo, há actualmente 900 a 20 mil sites apostados em ensinar e incitar ao suicídio. Só no Reino Unido há registo de 16 mortes anunciadas em sites pró-suicídio e salas de conversação. Portugal já se estreou: em 2005, um jovem criou um blogue, avisou os leitores da sua intenção e matou-se.

Para piorar o cenário, a taxa de suicídios em Portugal duplicou nos últimos anos. Segundo Marta Roque, médica de Psiquiatria dos Hospitais da Universidade de Coimbra - e oradora nas sextas jornadas sobre Comportamentos Suicidários, que terminam hoje no Luso -, “é difícil estabelecer correlações entre os sites e o suicídio, porque há poucos estudos e os casos descritos na literatura científica foram muito mediatizados”, mas é urgente “um consenso internacional” para a regulação dos sites.

“Falta consenso para regular o acesso a sites suicidas, alguns com autênticas bizarrias a incitar ao suicídio”, afirma. “E também os clínicos devem estar alerta para o uso que os seus doentes para-suicidários [que tentaram o suicídio] fazem da Internet.” É que “essas páginas podem encorajar pessoas que já não estejam saudáveis ou até as que nunca tinham pensado nisso”, acrescenta.

Nos blogues portugueses, “há muita discussão sobre o suicídio, a propósito de casos concretos”, afirma Olga Ordaz, investigadora da Escola Superior de Enfermagem de Calouste Gulbenkian. “O caso do jovem que criou um blogue e se suicidou três dias depois foi muito comentado por outros bloggers“, exemplifica. “Habitualmente, os utilizadores da internet comentam se este é um acto de coragem ou de cobardia, falam na vontade que já tiveram de se suicidar e contam experiências.” Mas “não há um incitamento expresso ao suicídio”, garante. Com uma excepção: “A Wikipédia explica como se faz.” (Ver caixa.)

“É o preço a pagar”

Para o vice-presidente da Ordem dos Psicólogos, Samuel Antunes, os artigos publicados na Internet representam “o preço que nós pagamos por querermos ter acesso a toda a informação”. Ainda assim, segundo o psicólogo, “não são os conteúdos dos sites que determinam o comportamento dos indivíduos”. Quem participa neste tipo de salas de conversação e comete suicídio “já tinha uma predisposição para o fazer”, diz.

Mais de mil casos por ano

No final dos anos 90, a taxa anual de suicídios em Portugal era de 500. Em 2003 - últimos dados conhecidos -, o número “mais do que duplicou. ” Uma “perda de esperança permanente” associada ao desemprego pode explicar o aumento - que se traduziu em 1200 casos em 2002 e 1100 em 2003. Na última década, o para-suicídio aumentou cerca de 25%, sendo um fenómeno mais frequente entre as adolescentes.

Os especialistas vão dizendo que não se podem tirar grandes conclusões dos números e do facto de a taxa ter duplicado na era da Internet. Querem esperar pelos dados de 2004 e 2005 “para apurar se, do ponto de vista epidemiológico e sociológico, estamos numa fase de crescendo”. A verdade é que a preparação do suicídio é uma experiência cada vez mais narrada na net. E o entusiasmo que gera nos leitores inegável. Veja-se o exemplo do blogue espanhol Deseoso de suicidarme. O autor escreve: “Este é o diário de um suicida. Uma janela aberta à estupidez da minha existência.” O último post foi escrito a 20 de Dezembro de 2004. Em cima do seu silêncio, outros deixam ainda comentários. “Quero suicidar-me” é o mais frequente.

EYES WIDE SHUT

Confesso-me pecador nesta coisa de “pedir a imagem emprestada ao parceiro que nem sequer sei quem é” e publicá-la no blog para ilustrar seja o que for.

Apesar de numa procura de imagens na net aparecerem um sem número de versões da mesma foto, quadro, seja o que for, é uma realidade que opto pela que mais me sirva e á tembém verdade que, à falta de indicação precisa do seu autor, a publico sem problemas de consciência de maior. Quero ressalvar, no entanto, que é somente nesses casos que pretico a “burla”: nos casos de não identificação do autor. Todos os outros, conforme poderão ver neste e noutros blogs da minha autoria, têm link ou nome de autor.

Vem este post a propósito do publicado noOLHAR MARCIANO que refere precisamente este assunto. O post “Uma imagem vale mais de mil palavras, ou nada?” tem até um set de “entrevistas alternativas” a atestar o interesse relativo dos diversos estereótipos tugas e que, a continuar, é uma série que poderá ser interessante de seguir.

No entanto, parece-me um pouco exagerada a visão do autor do blog. Existe uma diversidade de imagens na net acerca das quais não é possível saber o nome do autor. Nestes casos, o que fazer? Dar-lhes o link de origem da imagem e possivelmente atribuir erradamente os créditos pelo trabalho? É que dizer que a imagem pertence a fulanode tal é completamente diferente de dizer que a imagem veio via fulano de tal. O via apenas leva a que se visite um site [ não vindo daí grande mal ao mundo ] que poderá, sem nós sabermos, usufruir de algumas benesses pela utilização desse espaço [ e aí o caso muda completamente de figura ].

Então, a minha posição é esta:

Todas as imagens que tenham a indicação EXPLÍCITA da autoria são anotadas nesse sentido.

Todas as imagens que NÃO APRESENTEM INDICAÇÃO EXPLÍCITA DE AUTORIA não levarão anotação alguma.

Reserva-se, no entanto, o DIREITO DE QUALQUER AUTOR A RECLAMAR A SUA AUTORIA DE UMA IMAGEM AQUI PUBLICADA. Nesses casos, e DADA INFORMAÇÃO INEQUÍVOCA A COMPROVAR OS DIREITOS, seguirá um pedido formal de autorização de publicação e consequente anotação dessa mesma autoria na imagem publicada.

HOJE É QUE FOI!!!

CONSEGUI COMPRAR O DVD D’ “O PIANO” QUE TRAZ O EXPRESSO DE OFERTA!

A LER: O SABER MUTANTE  NO “ACTUAL”

A Wikipedia, uma enciclopédia gratuita na Internet e editada por qualquer pessoa, levanta acalorados debates. Todos eles esquecem o essencial.

A LER: EUFORIA BLOGUISTA NOS ECONOMISTASNO “CADERNO DE ECONOMIA”

Conversas aquecem sobre OTA e TGV, entre ex-ministros, professores e leigos.
Este artigo saiu largamente amputado por razões às quais sou alheio. Em acordo com o editor da secção, Jorge Nascimento Rodrigues, foi publicado na edição o link para uma página contendo as declarações completas, e não editadas, recolhidas para o artigo, bem como a informação de uma tabela gráfica que também não saiu publicada.

A página é esta.

AMBOS OS ARTIGOS SÃO DE PAULO QUERIDO QUE BOTOU ONTEM FALADURA NA TELEFONIA, NO PROGRAMA “PROVA ORAL” [QUE NÃO OUVI. - HÁ PARA AÍ PODCAST? SE SIM, ENVIEM LINK, POR FAVOR]

DÊEM-LHE AS CHAVES!

No anonimato há sempre um esconderijo, uma nova vida, como jogar ao Collin McRae Rally na playstation. É terrivelmente divertido. Mas conseguir ser um filho da mãe maluco, genuíno, ridículo e idiota, dando o nome e a cara, é andar com o carro a sério numa estrada a sério, com risco de despiste catastrófico, na forma de internamento numa instituição psiquiátrica, de abanares de cabeça desiludidos, de janelas e portas a fecharem-se nas ruas e de copos de água na cara nos restaurantes finesse. Estou à espera de 1 resposta. Vamos lá ver. Larguei a playstation, agora dêm-me a chaves do 206 do DEF todo kitado pelo Cajó. Quero ir para a zona da Expo para o picanço com os intelectuais VRrrrm Vrrrrmmmmmmmmmmmmmmm….

[ in Tasca da Cultura ]

OS MANDAMENTOS DA LEI BLOGGER

são propostos pelo incontornável TONIBLER que, a propósito, com estas e com outras, está a caminho do TOP100. Top de quê? Não sei. Porquê? Não faço ideia.

O que sei é que vale a pena visitar este blog de artistas portugueses que só usam pasta medicinal Couto e, sem dizer praticamente nada, falam de quase tudo.

Talvez seja esse o segredo.

Descredibilize o seu interlocutor virtual afirmando que a Internet não é um local intelectualmente sério. Faça-o no seu blog com link para o dele.”

Está bem assim?

PEDIDO DE AJUDA

ALGUÉM ME EXPLICA, POR FAVOR, COMO RAIOS EDITO O

“WIDGET” DE TEXTO PARA A BARRA LATERAL?

 

GRATO PELA CARIDADE,

CJT

O QUE SOU EU - BRINCADEIRAS COM O BLOGTHINGS 001


You Are Pop Art


When it comes to art, you’re definitely not a snob.
You can appreciate the mainstream aspects of culture, even if you need to twist them a bit to make them your own.
Whether you’re into comics, retro pinups, or bold colors, you embrace what’s eye catching and simple.
As far as most other art goes, you consider it a little too elitist and high brow for your tastes!

pois… parecem astrólogos.

MUDAM-SE OS TEMPOS, MUDAM-SE OS CABEÇALHOS

A mudança regular de cabeçalhos vai ser política do [ weBloggers.com ]. Assim, para além de um necessário “refresh” estético, “facelifting” ou coisa que o valha que já não consigo falar português, passa também a divulgar os nomes de alguns fotógrafos da praça.

Daí a criação da página [ cabeçalhos ] que verá as sua actualizações anotadas aqui no blog, anotações que ficarão arquivadas nas categorias ”imagem” e “cabeçalhos”. As fotografias apresentadas na página corresponderão sempre às publicadas no cabeçalho e tratam-se de adaptações. Os links para os sites dos fotógrafos estarão sempre disponíveis.