MAIS UM DE JOÃO FERREIRA DIAS [ESTE ESTÁ PIOR QUE EU... ELE É UNS ATRÁS DOS OUTROS!]

Nota Introdutória

A VoxBlogs Magazine pretende ser uma revista que reúna um conjunto de bloggers das mais diversas áreas de interesse a fim de promover o debate de ideias e encontrar o seu espaço na blogosfera e na imprensa online. Para conhecer melhor o projecto a arrancar aceda a Estatuto Editorial. Para mais informações envie um mail para: kontrastes.blogue@gmail.com.

SADDAM HUSSEIN - UM ÚLTIMO ESPECTÁCULO À LAIA DE “PRÉMIO CARREIRA”

Nós sabemos quem foi Saddam Hussein. Sabemos que foi um personagem que irá ter o seu merecido lugar no panteão dos mais selvagens ditadores da História, a lado de Pol Pot, Hitler, Mao… e por aí fora.

Sabemos que a justiça aplicada a este tipo de gente não consegue, de forma alguma, suprir a necessidade que temos de ver as suas vítimas justiçadas. Porque os seus crimes foram demasiado graves para o entendimento humano, porque a maioria das suas vítimas foram selvaticamente torturadas e mortas, porque as suas vítimas estavam e estão em condições miseráveis que nem sequer as deixam ver com clarexa o que lhes terá acontecido.

O julgamento dos crimes de pessoas como Saddam Hussein é trágico. Revela, antes de mais, a fragilidade humana, a sua intrínseca limitação, o seu espartilho. Quando chegada a hora da verdade, o que é que, em verdade, fazemos? O que foi feito em relação a Saddam Hussein?

Saddam Hussein foi julgado e condenado à morte, foi executado. OK. Menos um. Mas as perguntas surgem, a resposta urge. Afinal, Saddam foi executado porquê, pelo quê? O que se consegiu fazer com tudo isto?

É que, reparem: sabemos que Saddam Hussein e os seus esbirros terão sido responsáveis pela morte de milhares de civis. E o que se provou em tribunal? Que foram responsáveis pela morte de uma centena e meia de pessoas. E de que forma foi isto provado? Simplesmente com recurso a uma alegoria de tribunal, a um espectáculo puramente mediático em que títeres representaram os mais diversos papéis sendo que, no final, o único títere que reflectiu alguma credibilidade quanto ao papel que desempenhou foi, tenebrosamente, Saddam Hussein.

Então, ficamos todos, aqui na primeira fila do espectáculo de uma execução pela forca, sossegados: justiça foi feita.

Mas não foi. A morte de um ditador não é justiça alguma. Especialmente quando é ditada de forma apalhaçada como o foi, especialmente quando o julgamento que a determina não é mais do que uma farsa. É claro que algo deveria ser feito, é claro que um monstro não pode passar impune mas, na realidade, o que foi feito para além do espectáculo?

A tragédia de tudo isto é que o que deveria ser justiça não passa, assim, de uma forma tenebrosa de espectáculo, uma qualquer comédia negra mal representada a que todos assistimos enquanto devoramos pipocas e, entre dentes, determinamos sabiamente “devíamos era queimar aquele filho da puta vivo, vê-lo a espernear feito tocha”, sem sequer nos lembrarmos que a justiça é uma coisa que deve ser levada em consideração. E por justiça entenda-se o sistema, os métodos que levam à acusação, prova de culpa, determinação de uma pena e execução desta. Tem que ser coisa transparente e honesta. O que aconteceu, na realidade, foi mais ou menos o que teria acontecido se fosse Saddam a julgar outros.

No fim, resta-me fazer ainda mais uma pergunta. O que vai agora acontecer ao Iraque? A Paz, finalmente? Como fica o Mundo? Em Paz, finalmente? Aprendemos alguma coisa com Saddam? Tivemos tempo para isso?

Não. Tudo continuará na mesma, Saddam pendurado por uma corda ao pescoço, balançará continuamente, corpo embalado pelos quentes ventos da guerra e da selvajaria. Os outros continuarão inocentes até que uma suposta justiça os enforque, uma vez que já não sejam necessários ou se tornem impecilhos. Tudo o que poderíamos aprender pelo estudo de algumas das mais tortuosas mentes dos nossos tempos foi borda fora num simulacro de justiça a confundir-se com necessidades mediáticas e com um sabor amargo de vingança e exemplo público.

Saddam já foi, quantos faltam agora?

X-Mas

Boas festas, boas festas, eles dizem. Tlim-tlim-cash-tlim! Boas festas.

Muita paz, serenidade… como se fosse exclusividade ou obrigatoriedade. Ontem fui comprar cordas novas para a minha velha guitarra e pela primeira vez de há vários dias para cá o rapazote que me ficou com o dinheiro não me desejou qualquer espécie de votos. Fiquei contente. Alguém neste mundo há que não seja hipócrita. Bem sei, provavelmente estou a ser azedo. Mas é assim que eu sei ser. E apesar de haver uma coisa boa nesta data - a desculpa, ocasião, de mimarmos quem achamos que merece ou necessita -, não consigo deixar de sentir o meu interior estremecer quando constato no lufa-lufa das correrias às lojas, na tentativa de demonstrar sentimentos através dos materiais. E quando me dirigem essa obrigatoriedade de desejar a todos uma quadra feliz só porque se está atrás dum balcão e faz parte das regras do bom atendimento ao público… blargh!

O Natal… não sei o que é. Nunca acreditei na história do menino e da estrela que guiou os tais reis magos. Nunca me inspirou muita confiança a coisa de querer demonstrar as boas intenções com uma qualquer impessoalidade embrulhada em papel brilhante, só porque sim. Nunca me fiei em histórias da carochinha para contar às crianças…

Quando faço as contas, parece-me uma matemática muito simples, a de verificar que nesta altura se fazem todos os esforços para fazer todos felizes mas a soma desses esforços dá o resultado que muitos conhecem: um profundo vazio, uma obrigação desnecessária, um desfazamento por sentir que qualquer coisa falta sempre para nos sentirmos completos… um disfarce… e eu não gosto de disfarces.

Bom natal, ainda assim… a quem precisa que lho seja desejado. Eu limito-me a observar e a passar mais uma noite igual a tantas outras do ano, na companhia das pessoas de quem gosto, respondendo às mensagens daquelas pessoas que são nesta época iguais àquilo que são durante todo o ano e ignorando as das que não são mas tentam ser amáveis e caiem no ridículo.

 Uma noite feliz, e paz… para todo o ano.

ÁFRICA

jenny.jpg

[ Jenny & the Jewellery ]
© Peter Beard

SOBRE ANDAR EM PÉ

 dps.jpg

O filme Sociedade dos Poetas Mortos é um dos filmes que marcaram toda uma geração inteira. Mesmo que essa geração não se tenha enveredado pelos rumos da poesia mágica e grandiloqüente de Walt Whitman, mesmo que esta geração não tenha vivido os motes de Thoreau sobre a vida e a escolha de caminhos nesta, mesmo que não tenha seguido fielmente as pelvras de Frost, este filme não pode ter passado em branco de modo algum.

Mesmo que nada tenha sido pensado em profundidade por estes jovens, alguma mensagem de inconformismo deve ter se alojado no inconsciente desta geração. Nem me lembro mais quantas vezes vi este filme, mas posso dizer que para cada vez que o assisto noto um aspecto importante e diferente que não havia notado na vez pessada, que eu, não sei porque, não havia notado na vez anterior.

Desta vez, munido da leitura deste livro (um pouco salgado, mas que vale cada centavo para quem deseja se aprofundar neste assunto tão fascinante), pude fazer mais uma interpretação deste filme. Nietzsche, como sabemos, dá um valor preponderante a arte, ao artista. Todo filósofo é um artista, e toda filosofia deve ser uma expressão artística. Basicamente, esta é a mensagem do profundo estudo realizado nestas 600 e impressioantes páginas escritas pelo espanhol Luis Enrique de Santiago Guervós.

Aliás, meu volume me foi presenteado pelo prórpio autor, que me enviou pelo correio no ano passado. Autografado, é claro, como não poderia deixar de ser.

Notadamente, a estética nietzscheana se orienta no sentido de recuparar as forças humanas que foram soterradas pela metafísica, pela religião, pela vulgaridade e, nas palavras de Nietzsche, pelo Estado (ele já havia pressentido que o Estado era um inimigo da cultura - sobre isso, leia-se suas Intempestivas).

Sua estética é, antes de mais nada, prática. Deste modo, renega Hegel, filósofo que acreditava ser a estética puramente conceitual, essencialmente teórica. Para Nietzsche, a estética deveria ser vivida, e ninguém melhor para fazer isso do que os artistas, os verdadeiros filósofos (toda vez que leio Nietzsche e lembro destas passgens que se encontram em grande parte no seu livro “Humano, demasiado Humano”, me recordo dos nossos “artistas”, que leêm Nizstche (e não tem vergonha de dizer isso em público!!), como se isso fosse uma permissão às sua bobagens - como diria John Huss antes de ser queimadona fogueira “Oh! Sancta Simplicitas!”).

Também deve salientar que um dos aspectos importantes nisso tudo é a noção do perspectivismo. Perspectivismo na filosofia nietzscheana significa a apreciação e análise dos diversos aspectos da realidade. Não basta o conhecimento. Mas sim os conhecimentos. Quando no seu Zaratustra diz que os deuses deveriam dançar ele diz isso, mas em outras palavras. O que importa é o não dogmatismo. A perspectiva é superior a qualquer realidade.

Assim, com estas idéias frescas na cabeça assisto o filme Sociedade dos Poetas Mortos. Na cena acima, em que vemos o professor Keating (interpretado pelo ator Robin Willians - quem sabe este nome não seja uma alusão ao poeta Keats?) em cima de sua mesa na sala de aula notamos esta noção nietzschena das artes. O que importa é o perspectivismo. A realidade, antes de mais nada, tem lados. Cabe ao filósofo-artista captá-la. Mas, como lembra Nietzsche, descobrir a realidade é superá-la. Nos superarmos significa dor, pois é muito mais cômodo a passividade intelectual.

Em outras palavras, é mais facil aceitar o dogmatismo passivamente do que descobrir a realidade e se descobrir com ela.

Neste momento o poeta Whitman entra em cena e diz:

O me! O life!… of the questions of these recurring; / Of the endless trains of the faithless–of cities fill’d with the foolish; / Of myself forever reproaching myself, (for who more foolish than I, and who more faithless?) / Of eyes that vainly crave the light–of the objects mean–of the struggle ever renew’d; / Of the poor results of all–of the plodding and sordid crowds I see around me; / Of the empty and useless years of the rest–with the rest me intertwined; / The question, O me! so sad, recurring–What good amid these, / O me, O life? / Answer. / That you are here–that life exists, and identity; / That the powerful play goes on, and you will contribute a verse.  

A partir de agora toda arte, toda filosofia, toda vida, toda idéia se fundem em um único desejo: o de libertação e de verdade.

Whitman, junto com Nietzsche, junto com Thoreau, junto com Robert Frost e Orácio caminham juntos a uma única meta, infinita e bela: o eterno desejo de liberdade e gozo.

 Carpe Diem!

A ARTE DOS NÃO ARTISTAS

Se para o filósofo Hegel o Estado era o cume de toda racionalidade, o Absoluto de toda e qualquer verdade, já para Marx o Estado era um parasita (lembrem disso comunistas) na sociedade, que servia apenas aos interesses de uma classe em explorar a outra. Mas como sempre tudo que cai no Brasil se transforma em samba, o Estado nosso não é nem uma coisa nem outra.

O nosso Estado é Estado o salva vidas. Mas não de todos, é claro. Só os escolhidos pela nossa bela democracia representativa usufruem destas mordomias. Um destes escolhidos são os artistas, espécie que nada contribui ao Brasil. Nunca contribuiu e nem o irá fazer, pois a arte, a mais pura e bela manifestação da alma, do espírito, é a última coisa que nossos artistas procuram fazer.

No ato de fazerem a arte, coisa rara e difícil, trocam-na pelo sublime apoio estatal que nada quer senão apoio moral da classe artistica, que inderetamente o louva e o legitima. Em troca, o povo, a parte mais fraca de toda história, ganha unicamente a verborragia de artitas vendidos ao apoio do Estado, que os venera em busca de uma palavra de louvação. Trocam, sem remorso algum, a arte pelo dinheiro. Dinheiro bem desfrutado, é claro. Em Paris, Roma e Londres. Mas não é de se espantar que assim o seja.

Quem quer gastar seu dinheiro suado no país que os venera como deuses? O respeito vem do reconhecimento, e não da veneração. Nós veneramos cegamente nossos artistas vendidos. Artistas panfletários.

A arte, que arte? Neste caso a arte é o que menos importa. Importa apenas o lugar de onda passar as próximas férias, e de preferência bem longe do Brasil.

À LAIA DE ATÉ JÁ

QUERO AGRADECER A TODOS OS LEITORES DE EXTREMA QUALIDADE A QUEM TIVE A OPORTUNIDADE DE DIRIGIR ALGUMAS PALAVRAS DURANTE ESTES TEMPOS.

QUERO AGRADECER A DISPONIBILIDADE DO GUILHERME E DO NUNO PARA AJUDAR A MANTER ESTE PROJECTO EM PÉ E COM A BOA QUALIDADE A QUE NOS ACOSTUMARAM E QUE DECERTO PODERÃO, CADA UM COM O POUCO TEMPO QUE LHES RESTA ENTRE OS SEUS PROJECTOS PRÓPRIOS, CONTINUAR ESTE TRABALHO E, TALVEZ, CONVIDAR MAIS GENTE PARA CÁ.

É UM PROJECTO QUE, PELA PARTE QUE ME TOCA, CHEGA AO FIM. OS QUE JÁ ME CONHECEM DE OUTRAS BANDAS JÁ SABEM COMO É…

NÃO QUE ESTE BLOG NÃO ME MEREÇA ATENÇÃO E MUITO MENOS O SEU PÚBLICO, POUCO MAS, COMO JÁ DISSE, DE MUITO BOA QUALIDADE.

DESTA VEZ É OUTRA COISA.

VOU DEDICAR-ME A UM PROJECTO DE PLÁGIOS DEVIDAMENTE IDENTIFICADOS QUE SAIRÁ MUITO BREVEMENTE. MAS ATENÇÃO: NÃO SÓ NÃO É SÓ MEU COMO NÃO É INTEIRAMENTE DE PLÁGIO. VÃO VER E ACOMPANHEM. CREIO QUE TEM PERNAS PARA ANDAR.

DEPOIS, VOU TAMBÉM DEDICAR MAIS ALGUMA ATENÇÃO AO MEU BLOG PESSOAL.

POR ISSO, É COMO DIGO: É UM ATÉ JÁ.

MAIS UMA VEZ, OBRIGADO A TODOS,

UM GRANDE ABRAÇO.

CJT

KEEP ON BLOGGING!!!

QUE PAPAI NOEL NÃO ESQUEÇA DE MIM!

dvd-liberty.jpg

What kind of man was Ludwig von Mises? As this unique film shows, Mises (1881-1973) was a man who never stopped fighting for freedom: not when the Nazis burned his books, not when the Left blackballed him at universities, not when it seemed as if statism had won. With courage and genius, he fought big government until the day he died … in 25 books, hundreds of articles, and more than 60 years of teaching.

Mises was the twentieth century’s foremost economist, and one of its most important champions of Liberty. Here is a film that does justice to this extraordinary man, and to his equally extraordinary ideas. This 40-minute DVD is in NTSC format.

BUY NOW!!

PORQUE HÁ VICÍOS DIFÍCEIS (senão impossíveis) DE APAGAR

THE LIFE AND DEAD OF THE OLD RIGHT

By Murray N. Rothbard 

The libertarian movement was once a mighty movement, hardcore but not kooky, part of the mainstream of American ideological and political life. In the XVIII and XIX centuries (for example, in the Jeffersonian and Jacksonian movements), libertarians were even the dominant political force in the country. America was, indeed, conceived in liberty. But right now, I’m not going back that far: I’m talking about the origins of the modern XX century movement. For various reasons, the Progressive movement had wiped out XIX century intellectual and political libertarianism, and, by the 1920s, it was reduced to a few vibrant but lone intellectuals such as H.L. Mencken and his friend, Albert Jay Nock. But then something happened to shock libertarianism back to life – the cataclysmic Great Leap Forward into collectivism hailed as the New Deal. It’s a process of historical reaction: a sudden social change will often give rise to a fierce opposition. Opposition to the New Deal was, necessarily, a coalition politics united on a negative: hatred of the socialism of the New Deal. Increasingly gathering into that coalition were the few libertarian or individualist intellectuals, the heritage and the remnants of the old Jeffersonian Democracy left from the days of Grover Cleveland – men such as Senator James A. Reed of Missouri and Governor Albert Ritchie of Maryland, and Republicans, including formerly stalwart statists and Progressives such as Herbert Hoover, who condemned FDR for going much too far. As the New Deal intensified and was championed by the Democrats, the opposition inevitably coalesced around the Republican Party. It was a strange transformation, since, from its inception in the 1850s, the Republican Party had always been the party of statism and centralized Big Government. Well, life is strange some times, and this shift was no stranger than what had happened to the Democrats, during the XIX century the party of minimal government and laissez-faire. When Roosevelt dragged America into World War II, the growing opposition, which I have called the “Old Right,” shifted its moorings and changed some of its alliances. Some economic free-marketeers, such as Lewis W. Douglas, became ardent pro-war New Dealers; while former progressives, mainly Republican, who opposed the war, began to see the deep connection between interventionism and Big Government in domestic as well as foreign policy. As a result, by the end of World War II, the Old Right, largely Republican but still including Jeffersonian Democrats (such as Rep. Samuel Pettingill of Indiana), was consistently libertarian, opposing statism at home and war and intervention abroad. The Old Right was a strong and vibrant movement, dominant in the Republican Party in Congress (especially in the House of Representatives) and constituting roughly the Taft wing of the party. The Old Right was firmly opposed to conscription as well as war or foreign aid, favored free markets and the gold standard, and upheld the rights of private property as opposed to any sort of invasion, including coerced integration. The Old Right was socially conservative, middle class, welcoming people who worked for a living or met a payroll, and was the salt of the earth. What the Old Right lacked was not a political mass, but rather an intellectual cadre, and the small but increasing number of hard-core libertarians influenced by Mises and
Rand and Nock after World War II provided a growing intellectual foundation for that movement. What we have to realize, and we almost have to shake ourselves to believe, is that hard-core libertarians were not considered kooks and crazies; we were treated only as extreme variants of a creed that almost everyone on the Old Right believed: peace, individual liberty, free markets, private property, even the gold standard. And since we were simply consistent upholders of a creed which the entire Old Right believed, we were able, though small in number, to influence and permeate the views of the broad mass of Old Right Americans. It was a happy symbiosis. That’s why, politically, all libertarians, whether minarchists or anarcho-capitalists, were happy to consider ourselves “extreme right-wing Republicans.” [The general term for the broader movement was “individualist” or “true liberal” or “rightist” – the word “conservative” was not at all in use before the publication of Russell Kirk’s
Conservative Mind in 1953]. It was a great time for a libertarian to be politically active. Neither did the Old Right collapse with the onset of the Cold War. On the contrary, the Old Right reached a peak in its last days: for it was virtually the only opposition to the Korean War. [Only the Communist Party and I.F. Stone opposed U.S. entry into the Korean War; the entire rest of the Left, including Henry Wallace, supported it in the name of the old interventionist slogan: “collective security against aggression.”] Major opponents of the Korean War were such libertarian and Old Right publicists as Garet Garrett and John T. Flynn, F.A. Harper and Leonard E. Read; influential newspapers such as the Chicago Tribune; and major political opponents such as Senators Bridges and Wherry and the libertarian Congressman Howard H. Buffett of Omaha. It was after the Korean War that the Old Right collapsed. The catalyst was the literal theft of the Republican presidential nomination in 1952 from Senator Taft by the Wall Street elite behind Eisenhower; the deaths of Taft and Colonel McCormick, owner of the Chicago Tribune; and the capture of the political reins of the Republican Party by the “conservative” New Dealers constituting the Eisenhower movement. Whereas the right-wing Republicans aimed to repeal and abolish the New Deal, the Eisenhower forces aimed at consolidating the New Deal and fastening it permanently upon American life, and in this they succeeded all too well. But probably the most important reason for the collapse of the Old Right was not external blows, but the loss of its own soul and principles. As the older intellectual and political leaders died or retired, a powerful new force arose in 1955 to fill that vacuum. This new force – people grouped around National Review – set out to transform the nature of the American Right, and they succeeded brilliantly. Headed by a brace of shrewd ex-Communists, steeped in Marxist-Leninist cadre organizing tactics, allied to youthful Eastern seaboard Catholics, the New Right determined to crush isolationism, and to remold the right-wing into a crusade to crush Communism all over the world, and particularly in the Soviet Union. At first, NR had a patina of individualism, in order to capture the considerable amount of Old Right libertarian sentiment and wed it to a policy of global war. The Buckley machine founded Young Americans for Freedom as its youthful political arm. The Intercollegiate Society of Individualists for libertarian-minded student intellectuals, and headed by NR publisher Bill Rusher, moved to capture the College Young Republicans, then the YRs nationally, and finally moved to dominate the Republican Party with the Goldwater movement. Early in this process, moreover, National Review, in the late 1950s and early 1960s, moved quickly to read out of the New Right, or “conservative” movement, all “extremists” who would prove an embarrassment in its march to power. And so, in a series of purges, the Birch Society, the Randians, and the libertarians (those who remained isolationists) were ousted from the right wing. NR and the New Right were ready to achieve power, which they eventually would attain with the Reagan administration. But the point is that the ideological transformation – into a warmongering and vaguely theocratic movement – was achieved by the early 1960s. The Old Right was dead, and those libertarians who still remembered and cleaved to their principles, were out in the cold.

In Libertarian Truth